Nossos Mortos

Há no escuro uma fresta de luz

“Mas olha que o sono é morte Que o sono é morte A cama é sepultura É sepultura” (Canto popular – Ritual de Encomendação das almas – Araponga – MG)   Entramos na escuridão da sala preta de ensaio, muito tem se produzido por lá. Nesses encontros, estivemos a lembrar dos que foram e dos […]

Antígona de Jose Watanabe

  Imagem: Teresa Ralli, como Antígona Recuerda mi nombre porque algún día todos dirán que fui la hermana que no le faltó al hermano: me llamo Antígona. Yuyachkani presenta “Antígona”, un unipersonal de Teresa Ralli: https://www.youtube.com/watch?v=bJPq6luZy4o  

Neruda

“Por estes mortos, nossos mortos, peço castigo. Para os que salpicaram a pátria de sangue, peço castigo. Para o verdugo que ordenou esta morte, peço castigo. Para o traidor que ascendeu sobre o crime, peço castigo. Para o que deu a ordem de agonia, peço castigo. Para os que defenderam este crime, peço castigo. Não […]

Sobre cantos fúnebres

A pesquisa dos cantos fúnebres nos apresentou essa maravilha que são as sonoridades dos rituais de Encomendação das Almas. Aqui um estudo: https://docs.google.com/document/d/1_mwRyDvZhTbbdo8qncrO9OLPEPcaTaf8n6pNBSXELwg/edit# E  aqui um pequeno documentário: https://www.youtube.com/watch?v=qt395hdJdTg

Sobre a dramaturgia de Nossos Mortos

A pesquisa em dramaturgia é fundamental no trabalho que desenvolvo como encenadora há cerca de 14 anos. O papel do texto é encarado no meu trabalho como material manejável, espaço para exploração e criação de novas formas de contar, ancoradas, especialmente, nas questões que se tornam urgentes ao teatro e que precisam ganhar corpo no […]

Julho

Nesse segundo mês de atividade, ainda nos concentramos em estudos teóricos e leituras das versões do mito de Antígona. Assim como já estamos caminhando para a terceira versão da dramaturgia escrita por Ângela Linhares.

Abrindo os arquivos

Lemos ao longo do mês novamente as versões de Antígona: a tradução de Friederich Hölderlin, de 1803; a Antigone (1942), escrita por Jean Anouilh; a Antígona, de Sófocles (1948), de B. Brecht…

O Teatro Máquina aprofundará as relações entre diversas versões dramatúrgicas do mito de Antígona, sonoridades tradicionais e os documentos históricos dos massacres de Caldeirão de Santa Cruz do Deserto (CE) e Canudos (BA). Com o mote improvisacional da voz falada e cantada, a criação do espetáculo Nossos Mortos se dará em um processo com interlocutores de dramaturgia, encenação, música e voz.

Teatro Máquina
Rua João Lobo Filho, 62 - Fátima
Fortaleza - Ceará - Brasil
(55 85) 3067.6343 / 9996.1994

teatromaquina.com

ARTISTAS PESQUISADORES

Fran Teixeira

Artista do Teatro Máquina desde 2003. Encenadora. Professora dos Programas de Pós-graduação em Artes (ICA/UFC e IFCE). Professora da Licenciatura em Teatro do IFCE. Doutora em Artes Cênicas pelo Programa de Pesquisa e Pós-graduação da UFBA. Mestre em Artes pela Escola de Comunicações e Artes da USP.

 

Ana Luiza Rios

Atriz, pesquisadora. Formada em Artes Cênicas (IFCE-CE) e mestre em Artes pelo Programa de Pós-Graduação em Artes (ICA/UFC). É integrante do Teatro Máquina desde 2008, onde integra o repertório dos espetáculos: O Cantil (2008), Répéter (2009), João Botão (2010), Ivanov (2011), Leonce e Lena (2012) e participa, como produtora, do trabalho mais recente do grupo: Diga que você está de acordo! MÁQUINAFATZER (2014). Trabalha com cinema desde 2010 e atuou em cinco curtas e dois longas-metragens, dentre eles: Princesa (2010) de Rafaela Diógenes; A Era de Ouro (2014) de Leonardo Mouramateus e Miguel Antunes Ramos e O Último Trago (2015) de Pedro Diógenes, Ricardo Pretti e Luiz Pretti.

 

Loreta Dialla

Atriz, performer e pesquisadora. Graduada no Curso de Licenciatura em Teatro (IFCE-CE) e formada pelo CAD – Curso Técnico em Arte Dramática (ICA/UFC). É integrante do Teatro Máquina desde 2010, onde integra o repertório dos espetáculos: O Cantil (2008), Répéter (2009), João Botão (2010), Ivanov (2011), Leonce e Lena (2012) e Diga que você está de acordo – MÁQUINAFATZER (2014) e os vídeos-performances Esconde-Esconde (2012) e Brutos (2016).  Na TV e cinema, participou de uma série, dois quadros e oito curtas-metragens, dentre eles: O Completo Estranho (2014) de Leonardo Mouramateus; Os Herdeiros (2016) de Samuel Brasileiro e Natália Maia (2016) e O Mundo sem Nós (2016) de Robson Levy.

 

Tutora

Tânia Farias

Atuadora, encenadora e produtora teatral integrante da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz desde 1994. Indicada ao Prêmio Shell SP, na categoria melhor atriz por Kassandra in Process (2007). Recebeu o prêmio gaúcho Açorianos pelas atuações no espetáculo de rua O Amargo Santo da Purificação (2009) e no espetáculo de vivência Medeia Vozes (2013). Em 2015, o Ói Nóis recebeu o Prêmio Ordem-do Mérito Cultural da República Federativa.

Lab. de Artes Visuais

  • 051/Grande Circular
  • Isolamento Compulsório
  • Novas Abordagens Perceptivas do Real
  • Sonho causado pelo voo de uma abelha ao redor de uma romã, um segundo antes de acordar

Lab. de Audiovisual

  • Ocre
  • Estrada Aberta
  • Tempo de matar cachorro
  • Telma
  • Perdido
  • 7 CAIXAS

Lab. de Dança

  • 233 A, 720 Khalos
  • Afrontamento
  • Afrontamento
  • Corpos Embarcados

Lab. de Música

  • Sila Crvs A.O.A
  • Iracema Som Sistema
  • Ode ao Mar Atlântico
  • Orquestra Popular do Nordeste

Lab. de Teatro

  • Caldeirão de água no deserto – realidades e utopias?.
  • DESPEJADAS
  • Nossos Mortos
  • O retorno a Juberlano