Constituição Coreográfica Criminosa

A coreografia não consegue dançar a vida toda, mas consegue invadir uma parte dela, violentamente.

What influence do images have on migration policies? How do dictatorial regimes produce their imagery? Is there an ethical way to document war zones? USAGES GÉOPOLITIQUES DES IMAGES is a new publication that sets to examine these issues through the works of various contemporary artists.

O espaço se reorganiza nas suas importâncias

Parto do pressuposto da importância do espaço. Uma muralha divide não o dentro e o fora, mas de que lados estamos. Aquele homem estabelece um diálogo. A sua conduta está para apaziguar os ânimos que sobraram de um tempo de guerra. Os ânimos são acalmados com o seu gesto de paz e ele está agora para fazer essa paz.

Um ato criminoso pode ser um ato de fala

Como pensar em  outros grupos, outras classes, outros povos sujeitos à dominação clara e, muitas vezes, pessoal, especialmente servos, minorias étnicas e povos colonizados? Como se esses todos estivessem no meu corpo, no meu movimento dançado, numa estrutura coreográfica?

Campo de guerrilha

Algumas vezes a selvagem dimensão da vida nos retira de um espaço liso, limpo e legitimado, e nos impulsiona a um campo de guerrilha, completamente arriscado e poluído, mas impelido dos aspectos que fazem a vida se justificar.

Nesta pesquisa, abordamos de que modo o “crime” pode ser percebido como prática política discursiva, assegurada por certos regimes de poder/valor; e como o corpo na dança intervém nessa construção, redimensionando-a. Tomando como ponto de partida trabalhos que remetem diretamente às tensões éticas que formam regras de comportamento, ativando a noção de “desobediência” de Michel Foucault, nossa proposta é construir um solo de dança. 

ARTISTAS PESQUISADORES

Andréia Pires

Andréia Pires é mestranda em Artes pela Universidade Federal do Ceará, graduada em Artes Cênicas pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (2009), formada pelo Curso Técnico em Dança, do Centro Cultural Dragão do Mar/ SESC-Senac (2010), e foi aluna do curso “Dança e Pensamento” da Vila das Artes e Universidade Federal do Ceará (2008). Atuou como professora do Curso Técnico em Dança em 2014 e 2016 e também como professora substituta dos cursos de Bacharelado e Licenciatura em Dança da Universidade Federal do Ceará de 2013 à 2015.

Honório Félix

Minibio em breve

Geane Albuquerque

Minibio em breve

Tutor

Alejandro Ahmed

Coreógrafo residente, diretor artístico e bailarino do Grupo Cena 11 Cia. de Dança. Seu trabalho como coreógrafo surgiu de forma autodidata, respondendo à necessidade que possuía de integrar a maneira como pensava o mundo e a dança que experimentava. Junto ao Cena 11, promoveu o desenvolvimento de uma técnica que objetiva produzir uma dança em função do corpo. Um corpo capaz de processar melhor as ideias contidas na movimentação. Esta técnica foi nomeada de ‘percepção física’ e é um dos pontos que estrutura o trabalho de Alejandro Ahmed. Seu olhar sempre esteve voltado para os limites do corpo e as possibilidades que este propõe para a transformação do corpo do outro, sendo este ‘outro’ um espectador e/ou um cúmplice da ação a que o corpo é submetido.

Lab. de Artes Visuais

  • 051/Grande Circular
  • Isolamento Compulsório
  • Novas Abordagens Perceptivas do Real
  • Sonho causado pelo voo de uma abelha ao redor de uma romã, um segundo antes de acordar

Lab. de Audiovisual

  • Ocre
  • Estrada Aberta
  • Tempo de matar cachorro
  • Telma
  • Perdido
  • 7 CAIXAS

Lab. de Dança

  • 233 A, 720 Khalos
  • Afrontamento
  • Afrontamento
  • Corpos Embarcados

Lab. de Música

  • Sila Crvs A.O.A
  • Iracema Som Sistema
  • Ode ao Mar Atlântico
  • Orquestra Popular do Nordeste

Lab. de Teatro

  • Caldeirão de água no deserto – realidades e utopias?.
  • DESPEJADAS
  • Nossos Mortos
  • O retorno a Juberlano