Afrontamento

Momentos outros ou disparos de agora

Tendo total parceria com alguns coletivos de juventudes, essa publicação é um grande salve para três em questão: Natora, Servilost e Aqui tem Sinal de Vida.

Afro Sarau

O momento foi um disparo poético de denúncia e que buscou afrontar e trazer a urgência de pensar o negro na dimensão da cidade. E breve, vai gerar outro AfroSarau em algum ponto da cidade.

Processos em sala com nosso tutor Luiz de Abreu

O encontro com Luiz de Abreu foi um alvo certeiro. A intuição quando se deu de maneira como se fosse um pôr do sol, bonito em suas cores e com cheiro que amanhã vai ser maior e mais lindo ainda.

A chance, o disparo

O momento da oficina foi de invenção. Além de tentar criar um momento de experimentação com artistas da cidade, o teor que antecedeu o momento em si de invenções, foi costurado por uma conversa política onde conversamos sobre o corpo negro no campo da arte.

Sobre o Lab X

Uma das propostas que temos, enquanto “Afrontamento”, é tentar dispor do momento de criação, espaço para parcerias e executar atividades no coletivo. De alguma forma, sair da centralidade do projeto em si e ser multidão.

Afrontamento consiste num processo de criação em dança que permeia o corpo negro-periférico-urbano e interliga a resistência deste corpo a partir da investigação-proposição de um conceito que denominamos corpo roleta russa. Busca-se, a partir do potencial expressivo desse corpo dissidente, inscrito dentro das matrizes da fisicalidade, do pensamento e da imagem, pensar os territórios subjetivos de segregação étnico-racial-espacial. As imagens/paisagens/memórias dos circuitos negros urbanos são interligados para pesquisar que corporeidades e instantes poéticos surgem na experiência do “tudo ou nada” experienciada nestes espaços.

ARTISTAS PESQUISADORES

Wellington Gadelha

Intérprete-criador pela Cia da Arte Andanças. Tenho interesses pelas relações estéticas no campo da cena a partir da composição, improvisação e dramaturgia e, desenvolvo também ações no campo da performance, vídeo-dança, instalações e processos imersivos em arte e tecnologia. Além disso, integro alguns movimentos sociais ligados ao campo dos direitos humanos, redução de danos, periferia e juventude negra.

Tutor:

Luiz de Abreu 

Luiz teve seu primeiro contato com a dança nos terreiros de umbanda. Inicia seus estudos em dança em Uberlândia (MG) e muda-se para Belo Horizonte, onde trabalha em várias companhias. Atualmente mora entre São Paulo e Salvador, aprofundando suas investigações a respeito do corpo negro. Formado em dança na Faculdade Angel Vianna-RJ e mestre em Artes Cênicas, com foco em dança, na Universidade Federal de Uberlândia-MG. Segue uma análise do corpo negro como campo de pesquisa. Um corpo político, um corpo em transformação. Tais elementos são impregnados de importância e simbologia histórica e cultural na construção da imagem do negro no Brasil.

Lab. de Artes Visuais

  • 051/Grande Circular
  • Isolamento Compulsório
  • Novas Abordagens Perceptivas do Real
  • Sonho causado pelo voo de uma abelha ao redor de uma romã, um segundo antes de acordar

Lab. de Audiovisual

  • Ocre
  • Estrada Aberta
  • Tempo de matar cachorro
  • Telma
  • Perdido
  • 7 CAIXAS

Lab. de Dança

  • 233 A, 720 Khalos
  • Afrontamento
  • Afrontamento
  • Corpos Embarcados

Lab. de Música

  • Sila Crvs A.O.A
  • Iracema Som Sistema
  • Ode ao Mar Atlântico
  • Orquestra Popular do Nordeste

Lab. de Teatro

  • Caldeirão de água no deserto – realidades e utopias?.
  • DESPEJADAS
  • Nossos Mortos
  • O retorno a Juberlano