233 A, 720 Khalos

E cada dia mais perto

Ontem nosso olhar foi pra super luz de Walter Façanha.

Abertura de processo no Teatro das Marias no dia 04 de outubro

A ocasião marca a primeira exibição aberta dos ensaios e vivências que começaram no Cariri em julho e que seguem até dezembro, quando se finaliza a versão 2017 do laboratório.

Processo de “233A, 720 Khalos” inicia-se no Cariri

Além de uma estadia em uma fazenda na região, os integrantes tiveram uma experiência muito rica ao acompanhar cortejos de reisados e grupos tradicionais da região.

8 de junho – meu aniversário

Hoje o trabalho se deu bem devagar, ontem, com Andrea, usei o colchão circense e só andei nele, não mais que 15 minutinhos, pois foi suficiente pra aumentar e muito as dores na bacia, resultado: hoje, dia do meu aniversario, quase não consigo sequer andar.

Aniversário do Marcelo

“Marcelinho, eu tive um sonho muito doido. Sonhei que tinham abandonado a gente aqui no deserto”.

Terceiro encontro, primeiro com a Andrea Bardawil (07 de junho de 2017)

E chegou o dia em que conversaria e começaria o processo com Dereia, a chamo assim. Conversamos um pouco ainda no escritório, consegui “esvaziar” um pouco sobre as “raivas”que me habitavam, e ali estava ela a escutar.

Segundo encontro do processo 233 A, 720 Khalos (06 de junho de 2017)

Chego no Teatro das Marias por volta das 14h, faço o de praxe: limpo a cozinha, alimento os gatos e limpo as caixinhas, varro o salão, limpo os banheiros, e me coloco em estado de processo.

Primeiro encontro do processo 233 A, 720 Khalos (05 de junho de 2017)

Minha indignação sobre o que vivi na reunião do conselho foi protagonista nos assuntos que me vieram a tona, enquanto eu andavas pelo palco em circulo, e parava por vezes pra respirar… esqueci a câmera, hoje não filmei!

O começo do trabalho se deu com a investigação do universo feminino, através do contato com a história de vida de mulheres cujas trajetórias provocaram mudanças de paradigmas em diferentes contextos sociais. Com isso, elas inspiram jeitos de viver bem peculiares. Frida Khalo e o surrealismo apontaram trilhas nesse percurso que servem como fio condutor deste projeto.

https://www.facebook.com/laboratorioValPin/ // Valéria Pinheiro

ARTISTAS PESQUISADORES

Valeria Pinheiro

Chegou a Fortaleza em 1979, provinda de Manaus, onde morava com os pais, adentrou a Universidade Federal do Ceará para se formar em Engenheira Civil. A distância dos amigos e da vida manauara a inquietava, e um dia, perdida em Fortaleza, achou a Sati Dance, uma escola de dança que tinha a frente Ticiana Fiuza. Foi paixão a primeira vista, passava a maior parte do dia ali dançando jazz, moderno e sapateado, a paixão mestra, uma vez que já ensaiava com o pai passos de sapateado, mas sem as chapinhas ou técnica do sapateado americano.

Andrea Bardawil

Andréa Bardawil, coreógrafa, diretora da Companhia da Arte Andanças, professora de dança. Foi umas artistas-criadoras do Alpendre – Casa de Arte, Pesquisa e Produção (Fortaleza). Atuou como curadora e coordenadora pedagógica em vários eventos no Brasil, dentre eles a Bienal Internacional de Dança do Ceará, a Bienal de Dança do Sesc e o Festival de Dança de Joinville. 

Ana Carina Santos

mini curriculum em breve

Marcelo Paes

Atua na área de produção audiovisual, gestão cultural e projetos que ligam tecnologia a arte. Desenvolve diversas ações no terceiro setor, em projetos de capacitação em audiovisual, com o Programa FilmInBrasil, que circula com workshops e cursos em todo o Brasil. Sócio da Incartaz Filmes e Eventos (desde 1995), participa ainda da diretoria de diversas instituições, como o Instituto InCartaz, a ECOAR – Educando com Arte, o NAASP e o Instituto Harmonya do Brasil. Ministrou cursos e oficinas em diversas instituições, como SESC, SENAI, SEBRAE, BNB, UNESA, UCAM, UFF, Anhanguera, entre outras. Estão entre seus clientes e parceiros UNICEF, ONU, American Airlines, Universidade de Michigan, NIKE, entre outros. Convidado constantemente para curadoria e júri de festivais de cinema em todo o país. Apenas no primeiro semestre de 2017, já esteve em 24 países, com o projeto BackPack4Life e está no momento montando uma exposição cujo tema é a solitude.

Tutora

Margô de Assis

Desde 1995 tem feito parcerias com vários artistas cujo interesse é o diálogo e o cruzamento entre as linguagens, principalmente as artes plásticas. Tem colaborado em algumas produções como diretora, assistente de direção, orientadora e preparadora corporal. Realizou cursos de aperfeiçoamento com renomados professores, como Yvone Rainner, Yann Marussich, Pascal Queneau, Nathalie Collantes, Dudude Herrmann, Lisa Nelson, Benoit Lachambre, Tica Lemos, Katie Duck, Rose Akras, Marcelo Evelin, Denise Stutz, David Zambrano, Massud Saidpour, Xavier Le Roy, Daniel Lepkoff, entre outros. Concluiu os cursos de Anatomia e Fisiologia Humana pela Universidade Federal de Uberlândia, certificou-se em Pilates (Fisiopilates-BA). Graduanda do curso de Belas Artes na Escola Guignard (UEMG).

Lab. de Artes Visuais

  • 051/Grande Circular
  • Isolamento Compulsório
  • Novas Abordagens Perceptivas do Real
  • Sonho causado pelo voo de uma abelha ao redor de uma romã, um segundo antes de acordar

Lab. de Audiovisual

  • Ocre
  • Estrada Aberta
  • Tempo de matar cachorro
  • Telma
  • Perdido
  • 7 CAIXAS

Lab. de Dança

  • 233 A, 720 Khalos
  • Afrontamento
  • Afrontamento
  • Corpos Embarcados

Lab. de Música

  • Sila Crvs A.O.A
  • Iracema Som Sistema
  • Ode ao Mar Atlântico
  • Orquestra Popular do Nordeste

Lab. de Teatro

  • Caldeirão de água no deserto – realidades e utopias?.
  • DESPEJADAS
  • Nossos Mortos
  • O retorno a Juberlano