Pentecoste /Fortaleza | Maio – Julho (2017) 

Tendo caminhado, em pouco tempo, de uma história de suspense para uma história de amor e terror, “Ocre” vem encontrando seu lugar em passos razoavelmente pequenos.

A busca por autonomia de uma adolescente de 14 anos que, após a morte de sua avó, sofre abusos emocionais e físicos de seu tio tem nos direcionado para questionamentos acerca de como pôr em imagens abusos do ponto de vista de quem é oprimido e não do opressor. Tencionamos chegar numa protagonista que esteja longe do lugar de vítima e de um antagonista longe do lugar de desumano.

“Tínhamos a manha de resgatar instantes,
os quais pertenciam nossa plenitude.
Precisávamos reinventar o mundo para comportar nossas vidas”

Na foto acima estão algumas mulheres da minha família. Mãe, tias e madrinhas. Acredito que as personagens de Ocre as carregam de alguma forma, por elas serem o motivo do projeto existir.

O trecho se refere a alguns escritos que tenho realizado, associando memórias dessas mulheres, durante minha infância no sertão, com vivências atuais que refletem nas personagens de Ocre.

Fernanda Brasileiro

Lab. de Artes Visuais

  • 051/Grande Circular
  • Isolamento Compulsório
  • Novas Abordagens Perceptivas do Real
  • Sonho causado pelo voo de uma abelha ao redor de uma romã, um segundo antes de acordar

Lab. de Audiovisual

  • Ocre
  • Estrada Aberta
  • Tempo de matar cachorro
  • Telma
  • Perdido
  • 7 CAIXAS

Lab. de Dança

  • 233 A, 720 Khalos
  • Afrontamento
  • Afrontamento
  • Corpos Embarcados

Lab. de Música

  • Sila Crvs A.O.A
  • Iracema Som Sistema
  • Ode ao Mar Atlântico
  • Orquestra Popular do Nordeste

Lab. de Teatro

  • Caldeirão de água no deserto – realidades e utopias?.
  • DESPEJADAS
  • Nossos Mortos
  • O retorno a Juberlano